Crianças
Quando a escola aponta algo, quando o pediatra pede ou quando os pais percebem que o desenvolvimento segue um caminho próprio.
- Atenção, linguagem e aprendizagem
- Suspeita ou diagnóstico de autismo
- Comportamento em casa e na escola
Sou Leontina, psicóloga e neuropsicóloga, especialista em Transtorno do Espectro Autista e transtornos do neurodesenvolvimento. Faço avaliação neuropsicológica de crianças e adolescentes, e acompanho a família no que vem depois do laudo.
O símbolo da marca é uma pessoa sentada com uma planta brotando: a representação do sujeito florescendo, que é o que a avaliação existe para permitir.
Entre o sentir e o cuidar, maternar me fez ponte.
Leontina Campos JajahMeu trabalho é com o desenvolvimento infantil e com a família em volta dele. Não atendo adultos em terapia individual. Atendo a criança, o adolescente e os pais que estão tentando entender o que fazer.
Quando a escola aponta algo, quando o pediatra pede ou quando os pais percebem que o desenvolvimento segue um caminho próprio.
Outra fase, outros instrumentos. Aqui entram organização, autonomia, rendimento escolar e as questões próprias da idade.
O laudo não funciona sozinho. A orientação aos pais é o que transforma o resultado em mudança dentro de casa.

Sou psicóloga com registro no CRP 09/18406 e neuropsicóloga, com especialização em Transtorno do Espectro Autista e em transtornos do neurodesenvolvimento. Atendo crianças e adolescentes, e trabalho junto com a família, porque nenhum laudo funciona se as pessoas que convivem com a criança não entenderem o que ele diz.
Também sou mãe, e já estive do outro lado da mesa no começo de um diagnóstico. Fui mal informada, passei por profissionais que não explicaram nada e paguei caro por um documento que dissesse o óbvio. É exatamente esse caminho que eu não deixo nenhuma família percorrer sozinha.
Da investigação ao acompanhamento da família depois do diagnóstico.
Investigação estruturada das funções cognitivas, do comportamento e do desenvolvimento da criança.
O mesmo cuidado técnico, com linguagem e instrumentos adequados a essa fase.
Especialidade declarada em TEA, com investigação e orientação específicas.
Atenção, aprendizagem, linguagem e comportamento avaliados em conjunto.
Espaço para entender o laudo, o diagnóstico e o que vem depois dele.
Estratégias práticas para o dia a dia em casa, construídas com a família.
Quando o cuidado precisa envolver mais de uma pessoa da casa.
Apoio à parentalidade compartilhada e à relação que sustenta a família.
Poucas famílias chegam sabendo o que vai acontecer. Por isso está tudo escrito aqui, antes mesmo da primeira conversa.
Antes de qualquer teste, ouço a história. Gestação, desenvolvimento, rotina, escola, o que preocupa e há quanto tempo. É daqui que sai o mapa da avaliação.
A aplicação acontece em encontros curtos, no ritmo da criança, com instrumentos escolhidos para a idade e para a queixa. Para ela, é brincar e conversar.
Com autorização da família, converso com a escola e com quem já acompanha a criança. O comportamento muda de contexto para contexto, e isso importa.
Os resultados são corrigidos, cruzados com a história e transformados em um documento que a escola, o médico e a família conseguem usar de verdade.
Explico o que foi encontrado, em português, sem pressa. Você sai sabendo o que está acontecendo, o que fazer agora e a quem recorrer.
Quase todo mundo entrega o laudo e encerra o assunto. Aqui a entrega do documento é o meio do caminho, não o fim.
Eu não aplico terapias. Faço a avaliação, e acompanho a criança até ela estar de fato dentro do caminho terapêutico que o laudo indicou, com os profissionais certos.
Tem família que avaliei há um ano e meio e com quem eu falo até hoje. Elas mandam notícia, e a gente refaz a avaliação quando é hora, em geral a cada seis meses, para ver o que mudou e corrigir a rota. O contato existe para mostrar uma coisa só: vocês não estão sozinhos nisso.
Para onde ir, o que procurar, em que ordem, o que é urgente e o que pode esperar. No início de um diagnóstico essa é a informação mais cara de conseguir, e a que quase ninguém dá.
É a parte do meu trabalho que eu mais faço questão de entregar, porque é exatamente a que faltou para mim.
No laudo eu registro a minha leitura técnica de quantas horas semanais de terapia aquela criança precisa. A família leva esse documento ao médico, o diagnóstico de transtorno do neurodesenvolvimento se confirma de forma multidisciplinar, e é com isso na mão que ela vai conversar com o plano de saúde.
Quando o plano autoriza menos do que foi indicado, a família não fica sem saber o que fazer: eu oriento qual é o próximo passo e o que costuma destravar. Nenhuma família sai daqui no escuro.
Muito laudo termina no diagnóstico e deixa a família com um papel na mão e nenhuma instrução. O meu segue adiante: diz quais são os direitos daquela criança, de quanta terapia ela precisa e como conferir se o tratamento está sendo bem feito.
Conseguir a terapia é metade do caminho. A outra metade é saber se ela está sendo feita direito, e isso ninguém costuma contar para a família. Por isso o documento traz, em linguagem de pai e mãe, o que observar:
Se alguma delas parece com a sua, vale conversar. Uma conversa inicial não compromete nada.
A escola comentou sobre atenção, comportamento ou aprendizagem e sugeriu uma avaliação.
O pediatra ou o neurologista pediu uma avaliação neuropsicológica.
Há suspeita de autismo, TDAH ou alguma dificuldade no desenvolvimento.
A criança está com dificuldade de leitura, escrita ou matemática que não melhora.
Já existe um diagnóstico e a família precisa de um laudo para adaptação escolar.
Vocês receberam um diagnóstico recente e não sabem qual é o próximo passo.
É uma investigação estruturada de como aquela criança funciona por dentro: como ela presta atenção, o quanto consegue segurar na memória, como aprende, como organiza o que vai fazer, como se comunica e como reage emocionalmente. Não é um teste só, e não é uma conversa só.
O que ela olha, em concreto: inteligência e aprendizagem, atenção e memória, funções executivas (planejar, organizar, esperar, mudar de ideia), linguagem, e os aspectos emocionais e de comportamento.
De onde vem a informação: de instrumentos padronizados aplicados com a criança, da entrevista com quem convive com ela, e, quando a família autoriza, da escola. O comportamento muda de contexto para contexto, e um retrato feito de uma fonte só é um retrato incompleto.
Para que serve no fim: para responder uma pergunta que a família já está fazendo há um tempo. O resultado é um laudo que explica o funcionamento dela, indica o que fazer agora, a quem recorrer e de quanta terapia ela precisa. É um documento para ser usado na escola, no consultório médico e no plano de saúde, não para ficar na gaveta.
Varia conforme a idade, a queixa e o ritmo da criança. A avaliação é composta pela entrevista inicial com os pais, pelas sessões de aplicação, pela etapa de correção e análise, e pela devolutiva. Cada encontro dura 50 minutos, e o número exato de sessões é combinado na primeira conversa.
Um laudo neuropsicológico completo e uma devolutiva presencial em que tudo é explicado com calma, sem pressa e sem jargão.
O documento traz, além dos resultados e da análise: os direitos daquela criança, com a lei citada; a indicação de quais terapias ela precisa e de quantas horas semanais de cada uma; o que a escola precisa adaptar; e um roteiro para a família conferir se a terapia está sendo bem conduzida.
Ele foi escrito para ser usado na escola, no consultório médico e na conversa com o plano de saúde, não para ficar na gaveta.
Acontece com frequência. O laudo registra a minha leitura técnica de quantas horas semanais aquela criança precisa, e esse é o documento que sustenta a conversa com o plano. Quando a autorização vem abaixo do indicado, eu oriento a família sobre qual é o próximo passo e o que costuma destravar a situação. Nenhuma família sai daqui sem saber o que fazer.
Sim, e isso é explicado a ela de forma adequada à idade. Para a criança, os encontros costumam parecer atividades e jogos. Um ambiente tranquilo e sem susto é parte do que faz a avaliação ser confiável.
A avaliação neuropsicológica é presencial, porque depende da aplicação de instrumentos e da observação direta. As orientações aos pais podem acontecer on-line, conforme a necessidade da família.
A avaliação tem começo, meio e fim, e existe para responder a uma pergunta: o que está acontecendo. A terapia é um acompanhamento contínuo. Eu não aplico terapias, faço a avaliação e acompanho a família até a criança estar com os profissionais certos.
São algumas perguntas rápidas sobre o que está acontecendo. No final, a conversa abre no WhatsApp já com tudo escrito, e eu respondo pessoalmente.
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