Leontina Campos JajahPsicóloga clínica · CRP 09/18406 Agendar
Neuropsicologia infantil · Brasília

Entender o seu filho é o primeiro cuidado.

Sou Leontina, psicóloga e neuropsicóloga, especialista em Transtorno do Espectro Autista e transtornos do neurodesenvolvimento. Faço avaliação neuropsicológica de crianças e adolescentes, e acompanho a família no que vem depois do laudo.

CRP 09/18406 Especialista em TEA Dos 2 aos 18 anos

O símbolo da marca é uma pessoa sentada com uma planta brotando: a representação do sujeito florescendo, que é o que a avaliação existe para permitir.

Entre o sentir e o cuidar, maternar me fez ponte.

Leontina Campos Jajah
Para quem eu atendo

Crianças, adolescentes e quem cuida deles

Meu trabalho é com o desenvolvimento infantil e com a família em volta dele. Não atendo adultos em terapia individual. Atendo a criança, o adolescente e os pais que estão tentando entender o que fazer.

A partir dos 2 anos

Crianças

Quando a escola aponta algo, quando o pediatra pede ou quando os pais percebem que o desenvolvimento segue um caminho próprio.

  • Atenção, linguagem e aprendizagem
  • Suspeita ou diagnóstico de autismo
  • Comportamento em casa e na escola
Até os 18 anos

Adolescentes

Outra fase, outros instrumentos. Aqui entram organização, autonomia, rendimento escolar e as questões próprias da idade.

  • Dificuldade escolar que não passa
  • Atenção e organização
  • Adaptação e vida social
Pais e cuidadores

Famílias

O laudo não funciona sozinho. A orientação aos pais é o que transforma o resultado em mudança dentro de casa.

  • Entender o diagnóstico
  • Manejo no dia a dia
  • Parentalidade compartilhada
Leontina Campos Jajah
Quem atende

Uma avaliação é feita de técnica e de escuta

Sou psicóloga com registro no CRP 09/18406 e neuropsicóloga, com especialização em Transtorno do Espectro Autista e em transtornos do neurodesenvolvimento. Atendo crianças e adolescentes, e trabalho junto com a família, porque nenhum laudo funciona se as pessoas que convivem com a criança não entenderem o que ele diz.

Também sou mãe, e já estive do outro lado da mesa no começo de um diagnóstico. Fui mal informada, passei por profissionais que não explicaram nada e paguei caro por um documento que dissesse o óbvio. É exatamente esse caminho que eu não deixo nenhuma família percorrer sozinha.

Atendimentos

O que é possível fazer aqui

Da investigação ao acompanhamento da família depois do diagnóstico.

Avaliação neuropsicológica infantil

Investigação estruturada das funções cognitivas, do comportamento e do desenvolvimento da criança.

Avaliação de adolescentes

O mesmo cuidado técnico, com linguagem e instrumentos adequados a essa fase.

Transtorno do Espectro Autista

Especialidade declarada em TEA, com investigação e orientação específicas.

Transtornos do neurodesenvolvimento

Atenção, aprendizagem, linguagem e comportamento avaliados em conjunto.

Orientação aos pais

Espaço para entender o laudo, o diagnóstico e o que vem depois dele.

Manejo parental

Estratégias práticas para o dia a dia em casa, construídas com a família.

Sessão familiar

Quando o cuidado precisa envolver mais de uma pessoa da casa.

Sessão de casal

Apoio à parentalidade compartilhada e à relação que sustenta a família.

Como funciona

A avaliação neuropsicológica, passo a passo

Poucas famílias chegam sabendo o que vai acontecer. Por isso está tudo escrito aqui, antes mesmo da primeira conversa.

01
Primeiro encontro

Entrevista inicial com os pais

Antes de qualquer teste, ouço a história. Gestação, desenvolvimento, rotina, escola, o que preocupa e há quanto tempo. É daqui que sai o mapa da avaliação.

02
Várias sessões

Sessões de avaliação com a criança

A aplicação acontece em encontros curtos, no ritmo da criança, com instrumentos escolhidos para a idade e para a queixa. Para ela, é brincar e conversar.

03
Quando necessário

Escuta da escola e de outros profissionais

Com autorização da família, converso com a escola e com quem já acompanha a criança. O comportamento muda de contexto para contexto, e isso importa.

04
Etapa técnica

Correção, análise e laudo

Os resultados são corrigidos, cruzados com a história e transformados em um documento que a escola, o médico e a família conseguem usar de verdade.

05
Encontro final

Devolutiva

Explico o que foi encontrado, em português, sem pressa. Você sai sabendo o que está acontecendo, o que fazer agora e a quem recorrer.

Depois do laudo

A avaliação termina. O acompanhamento não.

Quase todo mundo entrega o laudo e encerra o assunto. Aqui a entrega do documento é o meio do caminho, não o fim.

Eu avalio, e continuo por perto

Eu não aplico terapias. Faço a avaliação, e acompanho a criança até ela estar de fato dentro do caminho terapêutico que o laudo indicou, com os profissionais certos.

Tem família que avaliei há um ano e meio e com quem eu falo até hoje. Elas mandam notícia, e a gente refaz a avaliação quando é hora, em geral a cada seis meses, para ver o que mudou e corrigir a rota. O contato existe para mostrar uma coisa só: vocês não estão sozinhos nisso.

Direção, que é o que falta no começo

Para onde ir, o que procurar, em que ordem, o que é urgente e o que pode esperar. No início de um diagnóstico essa é a informação mais cara de conseguir, e a que quase ninguém dá.

É a parte do meu trabalho que eu mais faço questão de entregar, porque é exatamente a que faltou para mim.

O laudo e as horas de terapia

Um documento que diz, com todas as letras, de quanta terapia a criança precisa

No laudo eu registro a minha leitura técnica de quantas horas semanais de terapia aquela criança precisa. A família leva esse documento ao médico, o diagnóstico de transtorno do neurodesenvolvimento se confirma de forma multidisciplinar, e é com isso na mão que ela vai conversar com o plano de saúde.

Quando o plano autoriza menos do que foi indicado, a família não fica sem saber o que fazer: eu oriento qual é o próximo passo e o que costuma destravar. Nenhuma família sai daqui no escuro.

10h indicadas no laudo 3h autorizadas pelo plano é aqui que a orientação entra
Dentro do laudo

Um laudo que a família consegue usar

Muito laudo termina no diagnóstico e deixa a família com um papel na mão e nenhuma instrução. O meu segue adiante: diz quais são os direitos daquela criança, de quanta terapia ela precisa e como conferir se o tratamento está sendo bem feito.

  1. IdentificaçãoQuem é a criança e qual o contexto do documento.
  2. Fonte de procuraQuem encaminhou e por quê.
  3. Histórico clínico e desenvolvimentalGestação, desenvolvimento, rotina, escola, o que preocupa e há quanto tempo.
  4. Avaliação neuropsicológicaOs instrumentos aplicados e o que cada um mediu.
  5. Avaliação e observação clínicaO que apareceu além do teste, no comportamento e na relação.
  6. Análise diagnóstica pelo DSM-5-TRA fundamentação critério a critério, e a conclusão.
  7. Direitos da criança e do adolescenteO que a lei garante àquela criança, com o Estatuto citado.
  8. Direito à intervenção precocePor que o tempo importa, e o que isso exige de quem decide.
  9. Indicações terapêuticas e educacionaisQuais terapias, quantas horas por semana de cada uma, e o que a escola precisa adaptar.

E ainda ensina a conferir a terapia

Conseguir a terapia é metade do caminho. A outra metade é saber se ela está sendo feita direito, e isso ninguém costuma contar para a família. Por isso o documento traz, em linguagem de pai e mãe, o que observar:

  • Se os programas seguem alguma abordagem baseada em evidência
  • Se existe supervisão de verdade, e com que frequência
  • Se o progresso é medido e mostrado a vocês
  • Se a família é envolvida, em vez de só entregar e buscar a criança
  • Se a intensidade e a duração combinam com o que foi indicado
Quando procurar

Situações que costumam trazer uma família até aqui

Se alguma delas parece com a sua, vale conversar. Uma conversa inicial não compromete nada.

A escola comentou sobre atenção, comportamento ou aprendizagem e sugeriu uma avaliação.

O pediatra ou o neurologista pediu uma avaliação neuropsicológica.

Há suspeita de autismo, TDAH ou alguma dificuldade no desenvolvimento.

A criança está com dificuldade de leitura, escrita ou matemática que não melhora.

Já existe um diagnóstico e a família precisa de um laudo para adaptação escolar.

Vocês receberam um diagnóstico recente e não sabem qual é o próximo passo.

Dúvidas frequentes

O que as famílias mais perguntam

O que é, na prática, uma avaliação neuropsicológica?

É uma investigação estruturada de como aquela criança funciona por dentro: como ela presta atenção, o quanto consegue segurar na memória, como aprende, como organiza o que vai fazer, como se comunica e como reage emocionalmente. Não é um teste só, e não é uma conversa só.

O que ela olha, em concreto: inteligência e aprendizagem, atenção e memória, funções executivas (planejar, organizar, esperar, mudar de ideia), linguagem, e os aspectos emocionais e de comportamento.

De onde vem a informação: de instrumentos padronizados aplicados com a criança, da entrevista com quem convive com ela, e, quando a família autoriza, da escola. O comportamento muda de contexto para contexto, e um retrato feito de uma fonte só é um retrato incompleto.

Para que serve no fim: para responder uma pergunta que a família já está fazendo há um tempo. O resultado é um laudo que explica o funcionamento dela, indica o que fazer agora, a quem recorrer e de quanta terapia ela precisa. É um documento para ser usado na escola, no consultório médico e no plano de saúde, não para ficar na gaveta.

Quantas sessões são necessárias?

Varia conforme a idade, a queixa e o ritmo da criança. A avaliação é composta pela entrevista inicial com os pais, pelas sessões de aplicação, pela etapa de correção e análise, e pela devolutiva. Cada encontro dura 50 minutos, e o número exato de sessões é combinado na primeira conversa.

O que a família recebe no final?

Um laudo neuropsicológico completo e uma devolutiva presencial em que tudo é explicado com calma, sem pressa e sem jargão.

O documento traz, além dos resultados e da análise: os direitos daquela criança, com a lei citada; a indicação de quais terapias ela precisa e de quantas horas semanais de cada uma; o que a escola precisa adaptar; e um roteiro para a família conferir se a terapia está sendo bem conduzida.

Ele foi escrito para ser usado na escola, no consultório médico e na conversa com o plano de saúde, não para ficar na gaveta.

E se o plano de saúde autorizar menos terapia do que o laudo indica?

Acontece com frequência. O laudo registra a minha leitura técnica de quantas horas semanais aquela criança precisa, e esse é o documento que sustenta a conversa com o plano. Quando a autorização vem abaixo do indicado, eu oriento a família sobre qual é o próximo passo e o que costuma destravar a situação. Nenhuma família sai daqui sem saber o que fazer.

A criança precisa saber que está sendo avaliada?

Sim, e isso é explicado a ela de forma adequada à idade. Para a criança, os encontros costumam parecer atividades e jogos. Um ambiente tranquilo e sem susto é parte do que faz a avaliação ser confiável.

O atendimento é presencial ou on-line?

A avaliação neuropsicológica é presencial, porque depende da aplicação de instrumentos e da observação direta. As orientações aos pais podem acontecer on-line, conforme a necessidade da família.

Qual a diferença entre avaliação e terapia?

A avaliação tem começo, meio e fim, e existe para responder a uma pergunta: o que está acontecendo. A terapia é um acompanhamento contínuo. Eu não aplico terapias, faço a avaliação e acompanho a família até a criança estar com os profissionais certos.

Agendamento

Se você chegou até aqui, já deu o passo mais difícil

São algumas perguntas rápidas sobre o que está acontecendo. No final, a conversa abre no WhatsApp já com tudo escrito, e eu respondo pessoalmente.

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